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terça-feira, 8 de maio de 2012

Um pouco de Céu



"Não devemos procurar o Céu por cima das nuvens.
Quandos nos dedicamos a Deus na sua glória e ao próximo em necessidade, quando fazemos a experiência da alegria do amor, quando nos convertemos e nos reconciliamos com Deus... surge então o Céu"
«Não é Deus que está no Céu; o Céu é que está em Deus.»
Youcat 518

quarta-feira, 21 de março de 2012

Cristiada

Numa altura em que as perseguições a cristãos aumentam pelo mundo fora, aqui fica um filme muito interessante sobre a chacina de católicos no México e a guerra "Cristero" que teve lugar nos finais dos anos 20.

Muitos destes mártires têm sido canonizados nos últimos anos pelo papa João Paulo II.
Destaque para o Padre Jesuíta Miguel Pro cuja foto da respectiva execução pode ser vista aqui

quinta-feira, 8 de março de 2012

ele anda por aí



O Pe Gabriele Amorth, é um exorcista da diocese de Roma, aprovado pelas entidades eclesiásticas que conta a sua experiência na luta com o diabo.


A sua experiência está contida no livro "O último exorcista" escrito juntamento com o jornalista de Foglio, Paolo Rodari.


Numa entrevista em vídeo concedida a tempi.it , o padre Amorth explica as razões do mal e como combatê-lo: "O diabo move-se na dissimulação, evita ser descoberto porque Jesus diz no Evangelho:

"Quem não é comigo é contra mim ". Não há terceira via: quem não está com Cristo é contra Cristo ".


Qual é a presa favorita do diabo?


"O diabo tenta todos, sem excepção. Na verdade quem tem mais poder é uma presa tentadora para Satanás. Mesmo na hierarquia da Igreja ninguém está a salvo da tentação e não descarto que alguém tenha caído.

Mas não me escandalizo, porque a Igreja avança pela força da presença de Cristo e sempre se fará sentir o odor de enxofre na casa do Senhor.

O diabo tenta as pessoas no topo, porque assim não pesca à linha, mas pesca com rede: líderes governamentais, responsáveis da economia, do desporto, do entretenimento e todos os sacerdotes; imagine-se como lhe há-de interessar também o Vaticano, cume do antisatanismo".


Um papel importante na luta contra Satanás assumiu o pontificado de Karol Wojtyla, "O diabo disse-me um dia que João Paulo II era péssimo, mas o Papa actual era pior. As palavras do diabo foram um elogio para Bento XVI. "

O exorcista da diocese de Roma, sobre um diálogo com o diabo, relata:
"Se fôssemos visíveis aos olhos, escureceríamos o sol", disse Satanás, "mas - diz o padre Amorth - os anjos são muito mais, são milhões e vencem a presença satânica. Nesta luta, devemos fazer a nossa parte.

Jesus claramente diz no Evangelho: precisamos de fé ".

O exorcista recomenda a aproximação ao sacramento da confissão:

"Os pecados, depois da Reconciliação, são destruídos, deixam de existir. Acontece por vezes que o diabo, durante os exorcismos, diz a lista das faltas das pessoas presentes, mas não pode dizer os erros já confessados, porque deles já não há nenhum vestígio, Deus, na sua misericórdia, cancelou-os."

Pubblicato su palazzoapostolico.it lunedì 5 marzo 2012

sábado, 18 de fevereiro de 2012

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Padre Júlio Tropa


Padre Júlio Tropa
No passado dia 25 de Janeiro, faleceu em Faro o Padre Júlio Tropa, pároco de Estói e Sta Bárbara de Nexe. Tal como se esperava, o seu funeral foi invadido por um mar de gente que enchia a Igreja, o adro e as ruas adjacentes. Essas pessoas conheciam bem o Padre Júlio, cada uma delas teria certamente muitas histórias concretas para contar, histórias de proximidade em que o Padre Júlio sempre surgia como um amigo, mais do que como “o pároco”. Tinha uma enorme capacidade de acolhimento.
No dia do seu funeral, o seu povo estava na rua e foi lá que o Padre Júlio sempre o encontrou. O Papa João Paulo II dizia "O homem é o caminho da Igreja" e foi isso que o Padre Júlio fez, conviveu, almoçou, jantou, confidenciou, ajudou, reconciliou, acolheu, sorriu, bebeu, comeu, ouviu com todos os que ali estavam. Dava-se aos outros e, por isso, conquistava facilmente todos quantos com ele se relacionavam.
Foi para a rua, para o meio da rua. Não se conteve à sacristia da sua Igreja, nem muito menos a um clericalismo balofo. Foi à vida, ao encontro das pessoas aí onde elas estão, no seu trabalho, na sua casa, no meio da sua família, se alguém estava desempregada procurava arranjar-lhe trabalho; se alguém estava sem lar ou creche para um familiar, arranjava uma vaga; procurava reconciliar casais desavindos e quando não estava a ajudar alguém, estava a convencer alguém a ajudar o próximo. Ninguém poderia ficar parado.
O Padre Júlio era simultâneamente um activista que não parava quieto e ao mesmo tempo alguém bafejado pelo dom da mansidão e da paz, sempre tranquilo, com um sorriso nos lábios, mesmo no meio das maiores tribulações e dificuldades. Se o dia tivesse 72 horas, ainda assim, não lhe chegaria para tratar de todos os assuntos não só relacionados com as actividades sociais onde estava envolvido, mas também no acompanhamento às pessoas e às famílias.
Também eu tenho algumas histórias engraçadas que se passaram comigo. Quando se cruzava comigo, dizia sempre o mesmo que provavelmente diria a tantas outras pessoas “Miguel, preciso de ti”. Lembro-me, em particular, há um par de anos atrás, ele ter-me telefonado a meio da manhã a pedir-me um favor. Disse-lhe que estava a trabalhar, em casa, num assunto de tribunal e que, naquele dia, não me dava muito jeito ir ao seu encontro. Respondeu-me logo, “então se não te importares vou aí a tua casa”. Era assim despachado, pragmático e eficaz. É claro que lhe disse que sim e quando chegou vi que, afinal, o favor não era para ele mas para uma outra pessoa que ele estava, nesse momento, a ajudar.
Dele recordo também o conselho que me deu, a propósito do meu casamento, parafraseando que procurasse cuidar sempre o “sacramento das pequenas coisas”
Era também conhecido por facilitar o acesso aos sacramentos, dispensando inclusive os chamados cursos de preparação, embora não o fizesse como regra, mas por excepção.
O padre Júlio era filho único e não deixou praticamente familia natural mas, como disse o Senhor Bispo do Algarve, na missa fúnebre, deixou uma enorme familia adoptiva. No final do funeral, notava-se o carinho das mulheres de Sta Bárbara que, de forma determinada, pegaram nas dezenas de ramos de flores que estavam no adro da Igreja, e em fila, cada uma levando o seu ramo, acompanharam o cortejo. Também chamou à atenção o pormenor dos muitos balões brancos lançados pelo grupo de jovens da sua paróquia. À medida que o caixão descia de volta à terra, os balões subiam na diagonal em direcção ao Céu. Estava tudo dito.
Não foi um funeral piegas. Foi um funeral, com fado, música, a sua preferida ("Deus de Amor"), poemas e um piropo muito bem escrito por uma representante dos seus paroquianos.
No Céu, o padre Júlio intercederá certamente quer pelo bom sucesso das suas obras sociais, quer pela felicidade daqueles que baptizou, crismou e casou.

Artigo publicado na edição de Fevereiro do "Noticias de S.Brás"

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Do desânimo à esperança

Penso que o texto do Livro de Job que nos foi proposto este fim de semana pela Liturgia Católica adequa-se muito bem ao contexto de crise, desânimo e quase depressão que muitas pessoas estão agora a atravessar:
Job tomou a palavra, dizendo:
«A vida do homem sobre a terra, não é ela uma luta?
Não são os seus dias como os de um assalariado? Como um escravo suspira pela sombra, e o jornaleiro espera o seu salário, assim eu tive por quinhão meses de sofrimento, e couberam-me em sorte noites cheias de dor.
Se me deito, digo: ‘Quando chegará o dia?’ Se me levanto: ‘Quando virá a tarde?’ E encho-me de angústia até chegar a noite. Os meus dias passam mais rápido que a lançadeira e desaparecem sem deixar esperança.
Lembra-te de que a minha vida é um sopro, e os meus olhos não voltarão a ver a felicidade".
Job 7,1-4.6-7.
Este contexto acaba por ser inevitável e, por vezes, até necessário para que tomemos consciência que o dinheiro, os bens pessoais, os luxos são caducos, perecíveis e não conduzem à felicidade.

sábado, 28 de janeiro de 2012

O funeral do Padre Júlio Tropa


Estive hoje no funeral do Padre Júlio Tropa e preparava-me para fazer aqui um breve resumo do que se passou, mas o Samuel (e muito bem) já fez esse resumo num texto que podem encontrar aqui.
Só uns breves acrescentos:
- A maioria das pessoas que assistiu à Missa estavam na rua porque a Igreja estava cheia. Não era só o adro da Igreja que estava repleto, as próprias ruas adjacentes à Igreja estavam repletas de gente e, inclusive, a GNR teve que fechar o acesso à vila.
O seu povo estava na rua e foi lá que o Padre Júlio sempre o encontrou. O Papa João Paulo II dizia "O homem é o caminho da Igreja" e foi isso que o Padre Júlio fez, conviveu, almoçou, jantou, confidenciou, ajudou, reconciliou, acolheu, sorriu, bebeu, comeu, ouviu com todos os que ali estavam.
Foi para a rua, para o meio da rua.
Não se conteve à sacristia da sua Igreja, nem muito menos a um clericalismo que quase que obriga alguém a entrar nos esquemas, por vezes, burocráticos da organização administrativa paroquial.
- O carinho das mulheres de Sta Bárbara que, no final da Missa, pegaram nas dezenas de ramos de flores que estavam no adro da Igreja, e em fila, cada uma levando o seu ramo, acompanharam o cortejo.
O padre Júlio era filho único e não deixou praticamente familia natural mas deixou uma enorme familia adoptiva.
- O pormenor dos balões brancos, muitos, lançados pelo grupo de jovens da sua paróquia à medida que o caixão desaparecia na sua cova os balões subiam na diagonal em direcção ao Céu.
Estava tudo dito.
Não foi um funeral piegas. Foi um funeral, com fado, música, a sua preferida ("Deus de Amor"), poemas e um piropo muito bem escrito por uma representante dos seus paroquianos.
Uma palavra final para os novos responsáveis pela paróquia de Sta Bárbara e já antes por Estói, o Diácono Galante e o Padre Firmino Ferro.
Eles estavam em Faro onde já eram necessários e, em particular, o Padre Firmino Ferro como 2º figura da Igreja Diocesana do Algarve deveria manter-se no apoio ao Senhor Bispo.
Infelizmente, a falta de vocações leva que tenham de estar, agora, num sítio onde, se calhar, não era suposto estarem.
Que eles possam ser bem acolhidos, até porque o Padre Firmino Ferro, tem também o mesmo carinho e a fraternidade pelas pessoas que já eram apanágio do Padre Tropa.
E que surjam novas vocações para preencher os lugares de todas as paróquias cujos párocos vão falecendo.
Agora, com mais um intercessor no Céu, será mais fácil!

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Padre Júlio Tropa faleceu esta noite


O Padre Júlio Tropa, pároco de Estói e agora só de Sta bárbara de Nexe, faleceu esta noite vítima de cancro.

Sobre aquilo que conheço da sua vida e a minha experiência pessoal com ele, escreverei mais tarde e de forma mais desenvolvida, na minha rubrica mensal, do "Notícias de S.Brás".

No entanto, posso já adiantar que morreu uma das figuras mais importantes da história contemporânea da Igreja no Algarve pela sua humanidade, pela sua proximidade para com as pessoas e os seus problemas e, claro, pela sua obra social no apoio aos idosos e à infância.

Aqui, uma breve biografia deste grande sacerdote.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Caminho neo-catecumenal

Fico contente que o caminho neo-catecumenal esteja a ter a aprovação eclesiástica e, em particular, as suas Eucaristias "sui generis" mas que têm produzido abundantes e ricos frutos pelo mundo fora.
Aos meus amigos do caminho neo-catecumenal que colaboram comigo na Plataforma Algarve pela Vida, um grande abraço e votos de continuação de um excelente trabalho apostólico

O que é o Opus Dei ?

A propósito da recente polémica da Maçonaria, voltou-se novamente a falar do Opus Dei como contraposição àquela sociedade secreta.

Sobre esta, por vezes, polémica instituição da Igreja Católica, encontrei esta entrevista com informações sobre o assunto.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

O céu existe mesmo

Impressionante este livro, líder de vendas em 2011.

Pelas interrogações que deixa. Numa altura em que somos levados a acreditar piamente que temos, à viva força, que encontrar já o céu aqui na terra

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Nós somos a Igreja



O movimento progressista "Nós somos a Igreja" deveria ver e reflectir verdadeiramente neste vídeo para percer o que é, de facto, ser Igreja.

E, para todos, um vídeo que nos recorda a responsabilidade de cada cristão.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Respostas para a crise


Propostas da Doutrina Social da Igreja para os actuais tempos de crise financeira, aqui e aqui (infelizmente ainda só em italiano)

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

O desafio de atravessar a porta da fé

O Papa Bento XVI, apesar da sua idade avançada e do seu estilo tímido, continua a lançar-nos desafios de vida.
O último foi o lançamento de um ano (de 11de Outubro de 2012 a 24 de Novembro de 2013) destinado à reflexão sobre a Fé e as suas consequências.
Na prática serão 2 anos, já que com a divulgação da carta apostólica que lhe serve de lançamento, Porta Fidei (aqui), há poucos dias atrás, inicia-se, desde já, a preparação para o início desse ano especial.
O objectivo, resume-o, o papa no ponto 9 dessa carta de lançamento deste ano especial:
"Descobrir novamente os conteúdos da fé professada, celebrada, vivida e rezada e reflectir sobre o próprio acto com que se crê, é um compromisso que cada crente deve assumir, sobretudo neste Ano".
Assim, parece-me que será altura de voltarmos à catequese para reaprender e redescobrir as razões pelas quais não devemos pegar num revólver e acabar logo com este pequeno inferno em que parece ter-se tornado a nossa vida em sociedade.
Participar em cursos de reciclagem e formação doutrinal, conferências sobre a fé, actividades culturais relacionadas com a fé, etc.etc. farão parte certamente do programa de cada um e de cada instituição da Igreja.
Um desafio novo, num mundo em crise.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Eu e o novo Bispo auxiliar de Lisboa


O recém-nomeado Bispo Auxiliar de Lisboa, D.Nuno Brás exerceu durante alguns anos as funções de coadjutor na minha paróquia em Lisboa, de N. Sra dos Anjos.

Sobre o "Pe. Nuno" tenho 2 histórias engraçadas que aqui partilho.

Algures em 1997, o meu sócio de escritório estava prestes a casar quando, a poucos dias do casamento, deu-se conta que estava sem padre. Ligou-me em estado de choque a dizer que tinha os convidados e que, já não me lembro bem porquê, o seu padre da Igreja da Sobreda, no caminho para a Costa da Caparica, não podia ir.
Percorri a minha lista de padres amigos e, por fim, fui parar ao Seminário ao Pe. Nuno. Expliquei o que se passava e ele com muita boa vontade aceitou casar o Pedro e a Paula.
Vários anos após o casamento têm trocado correspondência e o meu sócio bem que me pode agradecer eu ter-lhe arranjado um futuro Bispo para o casar.

A outra história é mais pitoresca.
Um dia, ainda na idade da adolescência, quando se pensa que sozinhos conseguimos transformar o mundo, fiz uma lista de tudo o que me desagradava na minha paróquia de N. Sra dos Anjos, incluindo pessoas, comportamentos, hábitos, cerimónias, etc.. Preparei-me muito bem e fui ter com o Pe. Nuno no dia em que atendia as pessoas, numa salinha no interior da sacristia.
Comecei a descarregar a minha listagem e, com alguma arrogância e sobranceria fui enunciando uma após outra as minhas reivindicações.
Entretanto, ele ía ouvindo com um ligeiro sorriso nos lábios.
Ao fim quase de uns bons 10 minutos de discurso, guardei a cábula que trazia, dobrei-a e fiquei a aguardar de que forma é que ele iria descalçar a bota.
Ele fez um breve silêncio e disse-me "Miguel. Que a força não te saía toda pela boca !".
Eu não estava nada à espera e fiquei totalmente desarmado. Compreendi perfeitamente o que me queria dizer, despedi-me e lá fui com o rabinho entre as pernas.

Do que conheci, será um excelente orientador e um óptimo Bispo (quiçá futuro Cardeal Patriarca).

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

O vento do amor

As Jornadas Mundiais da Juventude são uma experiência única e marcante para toda a vida a todos os que nelas já participaram.

Eu tive a graça de poder participar na II Jornada Mundial da Juventude, em 1989, em Santiago de Compostela.
Nestas jornadas ocorrem sempre situações engraçadas e que mostram também aquilo que nós os crentes acreditamos ser a presença de um Deus vivo.
Em particular, em Santiago de Compostela, na noite de sábado (19) para Domingo (20 de Agosto de 1989) a esmagadora maioria dormiu ao relento em cima de terra molhada, devido à geada que se fazia sentir e foi engraçado ver grupos de jovens que passaram a noite toda a cantar à roda de fogueiras e como os diferentes grupos interagiam entre si.
Lembro-me, em particular, do discurso improvisado que o Papa João Paulo II fez antes de se paramentar, quando o sol levantava a geada e nos disse que, depois de um temporal, vem sempre o Sol e que o Sol era, neste caso, Jesus Cristo, o caminho, a verdade e a vida que era, aliás, o lema dessa jornada.

Agora, em Madrid, diz quem lá esteve que existiram vários episódios curiosos e um deles ficou registado neste pequeno vídeo:
Quando alguém lia, de forma muito apelativa, à noite, a parábola da videira e da vide- uma das mais enigmáticas e impressionantes, repetindo as próprias palavras do Senhor Jesus, curioso para o que aconteceu, em particular quando o leitor repetiu, duas vezes, "Permanecei no meu Amor"
Ora vejam o que acontece no mínuto 2.09.


domingo, 17 de julho de 2011

O dia mais feliz

Há poucos dias atrás faleceu uma prima minha que, apesar de afastada, era quase como uma 2ª mãe para mim.
Dedicou a sua vida aos outros, como professora do ensino primário. Era solteira e vivia sozinha.
Tal como à Dra Maria José Nogueira Pinto, o cancro do pâncreas levou-a na madrugada do passado dia 14 de Julho.
Umas semanas antes, ainda consciente, pode receber a Extrema-Unção ou também chamada Unção dos Enfermos, acompanhada de confissão e comunhão. O padre Cupertino, de Portimão, foi visitá-la a casa e deu-lhe essa benesse. Disse a minha prima que, à beira da morte, esse foi o dia mais feliz de toda a sua vida.
A este propósito, lembrei-me de uma passagem do Papa Bento XVI sobre o que significa pertencer à Igreja Católica. Diz o Santo Padre que um baptizado é ser inserido "numa companhia de amigos que nunca a abandonará na vida, nem na morte (....), acompanhá-la-á sempre, também nos dias de sofrimento, nas noites escuras da vida; dar-lhe-á consolo, conforto e luz".
Bento XVI, 8 Janeiro de 2006