Os homens são a coisa mais fantástica que há à face da terra. Mas, por vezes, são umas autênticas mulas porque metem argolada e depois disso, metem argolada outra vez. O grande mal do homem não está na falta de inteligência, está na falta de vontade que se deixa seduzir por essa coisinha doce e melosa, como um pudim. E quando assim é, o homem torna-se naquilo pelo qual se deixa seduzir- um pudim que qualquer colher esquarteja e leva à boca até desaparecer. Perceberam?
domingo, 9 de novembro de 2014
Divergente ou o desafio da educação
sábado, 18 de outubro de 2014
A luz que de noite resplandece
O amor do homem e da mulher ensina-nos que cada um dos dois tem necessidade do outro para ser si mesmo, mesmo permanecendo diferente ao outro na sua identidade, que se abre e se revela no dom mútuo.
É isto que manifesta em modo sugestivo a mulher do Cântico dos Cânticos: “O meu amado é para mim e eu sou sua...eu sou do meu amado e meu amado é meu”, (Cnt 2,16; 6,3).»
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
A vida de Pi
Margarida Ataíde
sexta-feira, 20 de julho de 2012
The dark Knight rises
Pouco tempo depois de ter escrito este post, fiquei a saber desta triste notícia
Este apelo ao lado negro e à degenerescência do ser... humano tem marcado esta série de filmes agravada ultimamente por dramáticos acontecimentos da vida real (suicídio de Heath Ledger e assassinato em massa num cinema de Denver).
Por curiosidade, este último filme que abre perspectivas novas de superação do mal ficará inevitavelmente marcado, para sempre, pela manifestação mais abjecta desse mesmo mal.
quarta-feira, 21 de março de 2012
Cristiada
Muitos destes mártires têm sido canonizados nos últimos anos pelo papa João Paulo II.
Destaque para o Padre Jesuíta Miguel Pro cuja foto da respectiva execução pode ser vista aqui
domingo, 4 de março de 2012
Sex-addict
No início deste mês de Março estreou o filme "Shame", de S. Mcqueen, um filme polémico pelo seu teor softcore, mas também por abordar um tema desconfortável, o da adição masculina ao sexo.
De fato, o código genético dos homens torna-nos um pouco pavlovianos nesta matéria e a utilização hodierna e até à exaustão da figura da mulher-objecto, de forma cada vez mais sofisticada, difusa e intensa na publicidade, na moda, na ciber-pornografia e nos media em geral acaba por acicatar e reforçar ainda mais esta tendência masculina.
O problema maior, porém, sucede quando, de tendência, se torna em vício.
Pedro abrunhosa ou David fonseca já tinham abordado esta temática, de forma muito direta, nas suas canções “Diabo no Corpo” e “Sex Freak”, onde o primeiro diz “Escondo um louco no meu corpo”e o segundo “Everything I think ends up in sex” , mas no cinema ninguém o tinha feito de forma tão indiscreta como "Shame". Brandon, o seu protagonista, é um yuppie bem sucedido viciado em pornografia, prostitutas e “one-night stands” até ao dia em que o seu vício é confrontado pela sua irmã que, contra a sua vontade, o tenta ajudar.
O filme mostra-nos o inferno interior, a degradação humana e a solidão em que a personagem se confronta depois de satisfazer momentaneamente o seu vicio. Interessante também a adaptação de Peter Gabriel a uma música dos Arcade Fire intitulada “My body is a cage”, onde numa balada triste se diz “Meu corpo é uma prisão que me impede de dançar com aquela que amo”.
Como refere Cesare Guerreschi, no seu livro “As novas dependências” hoje “existe (….) um paradoxo: a nossa sociedade fundamenta-se na não-dependência, no entanto, a dependência (…) é de tal modo incentivada, que se torna no ar que se respira sem se dar conta”. No caso dos homens esta dependência traz muitas e graves consequências negativas quer ao nível da realização pessoal, levando a depressões; quer ao nível famíliar, estando por detrás de muitos abortos, pedofilias, divórcios, etc; quer ao nível económico (falências, má gestão e baixa produtividade laboral), quer, por fim, até ao nível político, ao arruinar carreiras (veja-se o caso de Strauss-Kahn) e isto
já para não falar no caso do malogrado comandante do cruzeiro do Costa Concordia, seduzido pela sua atraente amante moldava.
A utilização do sexo como forma de manipulação do homem é algo de assustador e preocupante porque pode arruinar uma vida. Como alguém dizia, em relação ao corpo do homem, ou este o domina ou se deixa dominar.
No entanto, há um erotismo bom, uma forma de atracção do corpo em que este não se torna motivo de escravidão mas sim de sublimação e elevação. Por exemplo, o livro “Cântico dos Cânticos” mostra-nos precisamente o amor carnal como manifestação e participação do próprio amor divino que nos dá a felicidade.
Mas, como dizia a recentemente falecida Whitney Houston, o pior inimigo reside no pior que há dentro de cada um.
quinta-feira, 1 de março de 2012
sábado, 18 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
O voto
O que fazer ?
Na véspera do dia de S.Valentim, eis um filme sobre "voltar a conquistar" a pessoa com quem nos comprometemos a viver até ao resto da nossa vida.
Giro!
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
sábado, 8 de outubro de 2011
The way ou "El camino"
Neste filme, o próprio Emilio Estevez protagoniza o papel de filho de Martin Sheen, um médico reformado e acomodado.
O filho decide fazer uma peregrinação a Santiago de Compostela, a partir do sul de França, mas acaba por morrer no caminho.
O pai decide, então, levar as cinzas do filho até ao final da peregrinação, cumprindo, desta forma, aquela que seria a sua última vontade.
Pelo caminho, o pai interroga-se sobre a vida e o seu sentido enquanto se cruza com outros peregrinos que, por motivos diferentes, o acompanham na sua caminhada.
sábado, 23 de abril de 2011
Frida e o sentido da dor e da vida

O filme “Frida” que nos conta a biografia da pintora mexicana Frida Kahlo, é mais uma das obras premiadas por Hollywood onde se mostra e exalta o lado mais negro da vida.
Frida, além do seu talento e da sua devassidão, é, desde jovem, ferida pela dor e o sofrimento. Por isso, a maioria dos seus quadros acabam por espelhar essa sua cruz física.
O que mais me choca, além de algumas das suas pinturas, que me fazem lembrar, num certo sentido, as de Hieronymus Bosch, é a visão completamente horizontal do mundo, um mundo sem esperança, onde a dor é vivida de forma agnóstica e sem qualquer sentido, onde só o alcóol e o sexo (e claro, os seus quadros) parecem atenuar, ainda que por breves erráticos instantes, o cenário de pesadelo em que a sua vida se tornou.
Aqueles que defendem o aborto e a eutanásia são os mesmos que defendem uma visão perfeita da vida: o céu tem que existir já nesta vida e tudo o que o possa estragar deve ser fisicamente eliminado.
Por seu turno e de forma um pouco paradoxal, quem defende o valor intrinseco da vida, desde a concepção até à sua morte natural, sabe que a vida é feita de imperfeições físicas e morais ou, como dizia Santa Teresa de Ávila, “é uma má noite, passada numa má pousada” e que a vida só por si, para fazer sentido, exige o bálsamo da solidariedade.
E é precisamente um raio ténue de solidariedade que se vê, na parte final da vida, pela dedicação da irmã e pela “lealdade” do marido, recordando um pouco a intensa experiência da dor vivida também na fase final da vida por C.S. Lewis e a sua esposa norte-americana, vítima de um fulminante cancro dos ossos e também imortalizado quer no seu livro “A grief observed” (Anatomia de uma dor) quer no filme “Shadowlands” , com Antonhy Hopkins e Debra Winger.
É curioso ver “Frida” no culminar da semana santa, uma semana onde o Cristianismo exalta também a dor e o sofrimento mas não da forma como Frida o fez. Na via-sacra ou nas procissões das irmandades espanholas fala-se, vive-se e até procura-se a dor como meio de redenção. “Salvé, Crux, Spes Única”- Salvé ó cruz, única esperança da vida “
É difícil, porém, condenar moralmente a perspectiva de vida de Frida já que todos nós comungamos da mesma natureza de miséria humana de que somos feitos e estamos predestinados, ainda que não necessariamente condenados. Mas, não se pode deixar de lamentar a horizontalidade da sua visão tétrica e sem sentido da realidade, agravada pela perspectiva materialista da vida, alimentada pelo activismo comunista, onde nada mais há, além do que se vê e se sente. Nada mais, para além disso,
Outros artistas há, como Graham Green que comungaram da mesma escravidão redutora mas, ainda assim, tentaram partir e atingir algo mais. Mas, a mensagem da Semana Santa mostra que, apesar dos pesos da vida, é possível ir muito mais além da dor e da escravidão das paixões.
quarta-feira, 16 de março de 2011
sábado, 29 de janeiro de 2011
Aí há dragões
P.S.- Só um esclarecimento "There be dragons" era o que os antigos diziam dos sítios nos mapas que ainda não tinham sido devidamente explorados.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Óscares: O de sempre.
Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos.
Nada que seja para espantar, tendo em conta que a cultura das artes e, em particular, das artes cinematográficas estão dominadas por gente de esquerda, liberal (no pior sentido) e com uma visão bem horizontal e oca da vida.
Isto mesmo pode-se constatar na escolha para melhores filmes de 2010, na linha, aliás, do que vem sendo seguido nos últimos anos:
domingo, 2 de janeiro de 2011
Os anéis de Nárnia
C.S.Lewis e J.R.R.Tolkien viveram ambos no início do Século XX, ambos participaram na 1ª Grande Guerra Mundial, assistaram aos horrores das trincheiras, da guerra e da morte (Lewis, inclusive, assistiu à morte do seu melhor amigo), assistiram depois ao sofrimento causado pela 2ª Grande Guerra, os bombardeamentos, as familias separadas. Que contributo poderiam estes dois professores universitários de Oxford dar ao mundo e às gerações vindouras para que tais crueldades, fruto da maldade humana, não se voltassem a repetir ?
Ambos criaram, então, dois mundos fantásticos, a terra média e Narnia que enriqueceram com elementos próprios do cristianismo, da idade média, das mitologias gregas e nórdicas e, claro, do mundo das fadas. Aslan (o equivalente ao Gandalf do Senhor dos Anéis) explica a razão de ser destes livros: “Foi por essa razão que vos trouxe até Nárnia, para que, conhecendo-me aqui por algum tempo, me pudessem conhecer melhor lá”. Por isso, para Lewis e Tolkien, os 3 livros da saga do Senhor dos Anéis e os 7 livros dos Contos de Nárnia têm um bilhete de regresso à realidade, não se esgotam apenas na sua leitura.
Muitos livros, estudos e até teses de doutoramento se fizeram sobre estas obras, os seus autores e a sua interligação entre si. Aqui gostaria apenas de focar dois aspectos que ambas têm em comum: O desafio à fragilidade humana e a actuação de acordo com as responsabilidades de cada um.
Em todas estas obras, os seus heróis, à excepção de Gandalf e Aslan, são pessoas com defeitos, falhas e fraquezas. No Senhor dos Anéis, Boromir após ter jurado fidelidade à Irmandade do Anel, num acto de loucura, tenta roubá-lo a Frodo; Theodian deixa-se enfeitiçar pelo seu conselheiro, transformando-se num débil e apático velho e o próprio Frodo, no final, soçobra à sedução do anel, traindo a confiança de todos os que deram a vida por ele. Por sua vez, nos contos de Nárnia, Edmund traí os irmãos e os seus amigos em troca da promessa de um reinado (já dizia a serpente no jardim do paraíso “Sereis como Deuses” e sempre a hipetrofia do eu como ponto de partida para o mal) e de uma caixinha de gostosas delicias turcas e, por causa disso, só o sacríficio de Aslan é que possibilita o seu resgate das mãos da Feiticeira do Gelo (o sacrifício dos inocentes tem o efeito contrário ao da morte, diz Aslan, com inequívoco paralelismo à paixão de Cristo).
Estas personagens, ao longo da narrativa, sofrem tentações e seduções, a atracção do regresso (no caso de Edmund), ou da entrada (no caso de Frodo) aos aparentes e imediatos prazeres proporcionados pelo mal. E aqui constata-se também uma característica própria dos contos de cavaleiros da idade média onde estes são testados, não só fisicamente, mas sobretudo moralmente, com ofertas de domínios e riquezas em troca da sua deserção. No 3º conto “A viagem do caminheiro da Alvorada”, à semelhança do que já acontecera no 2º, Edmund, através de alucinações e pesadelos, é novamente seduzido pela memória da Feiticeira do Gelo que reclama o regresso dos seus foros perdidos. No filme, inclusive, a luta final é feita não contra pessoas ou monstros, mas contra o fumo verde, subtil e penetrante da sedução do mal.
Por outro lado, estes livros fazem a apologia da assunção das responsabilidades de cada um, de acordo com o seu estado e as suas circunstâncias. Não fugir do destino, mas enfrentá-lo é o conselho que o pequeno Ripitchic dá a Estauce quando este decide desertar, no meio do início de uma batalha ou como diz Gandalf “Não nos cabe a nós escolher a época em que nascemos e sim fazer o que pudermos para a remendar”.
sábado, 1 de janeiro de 2011
Hildegarda de Bingen
Falamos quase sempre de Espanha ou Itália como referências do catolicismo, mas esquecemos que países como a alemanha, desde há séculos, viviam e comungavam desse mesmo catolicismo.
O próprio Papa João Paulo II, na sua autobiografia, dizia ter ficado surpreendido quando, em Roma, se cruzou pela primeira vez com seminaristas alemães, porque a impressão que tinha desse país, pelo sofrimento causado nas duas grandes guerras não era positivo (ele não reconhece isto assim de forma tão expressa, mas está implícito nas suas palavras).
Ainda antes de Lutero ter reagido aos abusos dos clérigos com um cisma, na Alemanha católica há 1.000 anos atrás uma mulher ousou desafiar a hierarquia e a corrupção da Igreja católica, chamava-se Hildegarda de Bingen.
P.S.- Ainda sobre a Igreja Católica, este mês, se tudo correr bem, dar-se-à início à instalação do primeiro Ordinarato Católico-Anglicano, em Inglaterra, sendo que os primeiros passos já foram dados hoje mesmo. Assim, em Inglaterra, passarão a existir 3 Igrejas, a Anglicana, a Católica e este Ordinarato que será um misto das duas, mas com ligação a Roma.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Gru, o mal disposto ou a estupidez mais pura e dura

O filme é péssimo e mostra bem o que a sociedade de consumo tem para oferecer às crianças.
Associada à produtora norte-americana Universal, uma empresa do grupo mediático da NBS, este filme assenta numa história completamente cretina composta por personagens psicologicamente desequilibradas e socialmente desintegradas.
Na realidade, não há uma única personagem que escape. Todas as personagens não são mais do que o produto de patologias ou situações anómalas. Não há alguém que "normal", nem muito menos alguém que simbolize o bem ou mostre alguma ponta, por mínima que seja, de equilibrio.
O filme e as personagens são, pois, o produto de uma sociedade doente, profundamente doente com a agravante de tudo isto estar num filme e, ainda para mais, um filme supostamente para crianças.
A personagem principal, Gru, é um solteirão, com ar de psicopata adoentado, que viveu uma infância traumatizante dominada pela sua mãe, tem ao seu serviço um exército de seres meios defeituosos que o servem em regime de escravatura, depois há um banqueiro do mal, um inventor que inventa coisas más, um criminoso que rouba pirâmides no Egipto e nada lhe acontece. Sucedem-se situações onde o mal, os crimes, a ofensa à integridade física e ao património dos outros se sucedem (repito) sem que nada aconteça aos vilões que fazem tudo o que querem na mais total e absoluta das impunidades. Polícia, lei, ordem, equilibrio é coisa que o filme desconhece. Pelo contrário, todo o filme é uma apologia do faz o que te apetece que nada te acontece, numa cultura de desresponsabilização muito típica da sociedade pós-moderna dos nossos tempos.
E nem o final supostamente redentor atenua o pendor marcadamente anti-pedagógico e anti-social disseminado desde o primeiro ao último minuto deste filme pestilento.
Na versão original, chama-se “Despicable me” ( Algo parecido com “O eu desprezível”), o que, só por si, já diz muito da metafísica que lhe está subjacente.
P.S.- Não fui só eu que pensei assim. O meu filho não achou piada nenhuma ao filme e inclusive até queria sair no intervalo. Também não vi ninguém a rir. Penso que "estupefacção perante tanta estupidez" será talvez a melhor forma de exprimir a reacção do público infanto-juvenil (pelo menos da sessão em que estive).
sábado, 13 de novembro de 2010
Verbum Domini
Veja-se aqui qual a diferença entre Exortação Apostólica e Encíclica ou outros documentos pontifícios.
Sobre esta Exortação gostaria de destacar os seguintes pontos:
sábado, 23 de outubro de 2010
Toy story 3
Diz quem viu os 3 Toy Stories que este 3º e último é, de longe, o melhor desta saga.
Melhor não só pela qualidade da animação e dos efeitos especiais, mas melhor sobretudo pela riqueza do seu argumento e pela maior densidade psicológica das personagens, incluindo do vilão, um aparentemente inofensivo ursinho de peluche.
A questão é esta: Andy, o dono dos brinquedos cresceu, prepara-se para ir à Universidade e tem que tomar uma decisão sobre o destino dos seus brinquedos de criança.
O filme começa com um feed-back. Somos transportados para o mundo da imaginação de Andy, enquanto criança, e mergulhamos num mundo de fantasia, suspense e muita, muita acção que têm como protagonistas principais os seus brinquedos e a enorme criatividade da sua cabeça.
Estudos confirmam que o principal e mais importante trabalho das crianças é...brincar.
Ao brincar, a criança desenvolve competências, estimula a imaginação, a criatividade, mas também a capacidade de abstração e de criação de histórias, enredos e narrativas.
Embora haja quem diga que os jogos de computador também podem ser intelectualmente enriquecedores, nada será melhor para uma criança do que ter 2 ou 3 brinquedos à frente e inventar ex nihilo uma história igual àquela que o Andy inventou no início desta 2ª sequela do Toy Story.
No final, antes de entrar para o carro que o levará para a Universidade e posteriormente para a entrada no mercado de trabalho, Andy acena e agradece aos brinquedos da sua vida.
Na realidade, foi por eles e com eles que Andy conseguiu crescer e chegar à Universidade.
O filme enaltece igualmente a importância da familia, da amizade e da solidariedade, mesmo para com os que nos querem mal, bem como o valor do casamento bissexual e da fidelidade conjugal, através dos vários "gags" da senhora e do senhor batata.
Destaco também dois momentos particularmente hilariantes: Um, quando o BuzzLightyear acidentalmente fica com a fala castelhana e o outro, as relações tensas, meio patéticas, mas no final bem sucedidas, entre a boneca Barbie e o boneco Ken.
A este propósito, via o blogue Educação + Media, encontrei este vídeo que também fala sobre a importância do brincar e de nós, pais, arranjarmos tempo para poder brincarcom eles.